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  • Marcelo Apovian

Cultura e Engajamento

Atualizado: 24 de Set de 2020


Já são mais de 6 meses desde que a economia se fechou para enfrentar o vírus. Nesse período conversei com muita gente, candidatos em busca de emprego, Diretores, CEOs, Presidentes, Conselheiros e muitas pessoas da área de Recursos Humanos.


No geral a avaliação é que o trabalho a distância funcionou (e funcionou mesmo), muitas empresas ficaram em dúvida se deveriam implantar esse modelo em definitivo. Motivos não faltam – corte de custos no aluguel do escritório, ganho de tempo sem deslocamento, equipe trabalhando mais horas, entre outras razões. Um sonho para qualquer CFO a acionista.


Mas depois de tanto tempo, problemas começam a aparecer - perda do engajamento da equipe, cultura da empresa se desfazendo, informações que não fluem, velocidade das decisões mais lentas, desempenho dos que estão à distância piorando, reclamações sobre perda de resiliência de quem está a tanto tempo trabalhando em casa, instabilidade emocional e assim por diante.


Parece que o modelo híbrido veio para ficar, mas é difícil saber como serão os reflexos quando olhamos para cultura e engajamento. Dois assuntos importantíssimos para manter o negócio perene. Quanto isso pode impactar, no longo prazo, no resultado financeiro das empresas? Será que o feitiço virou contra o feiticeiro?


Qual sua opinião?

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